E é verdade. Isso tá até escrito na Bíblia se vocês não sabem. Depois de 4 meses de casado, convivendo com a Bia todo dia (um "salve" para essa rima!), tive a trágica experiência de passar algumas semanas sem minha mulher.
Bia teve que viajar pra Vitória pra fazer uma espécie de treinamento de seu novo emprego. Até aí tudo bem, sou um marido que quer ver o desenvolvimento da esposa (isso porque eram só três semanas, sendo que ela viria pra cá nos sábados e domingos).
Na primeira semana, sinceramente eu achei que ela havia levado alguns itens meus que eu considero, assim, essenciais. Tipo carteira, celular, chave do carro, meu chinelo...
Eu simplesmente não encontrava NADA. Mesmo tudo isso estando, na maioria das vezes, em cima da mesa, visível com praticamente um outdoor apontando.
Mulher sabe mesmo onde estão as coisas.
Eu também comprovei a abiogênese (sabe? Aquela crença que a vida poderia surgir da água, lixo, sujeira...). Sim. No nosso microondas (que deveria se chamar porta-pão, pois aqui em casa ele só serve pra isso) havia um negócio verde que, juro, se mexia.
E a máquina de lavar? Esse mistério do mundo moderno. Achava incrível quando Bia colocava minhas camisas fedidas de nego suado e, sei lá como, saíam com aquele cheirinho de uma coisa que parece erva doce com talco. Pois bem, nessa semana não teve roupinha limpa pro bunitão aqui.
Tive que esperar Bia voltar. E como demorou essa mulher!
Uma grande saudade com um pouco de anseio por organização no lar.
Falando em saudade, eram até engraçados os diálogos no telefone, meio que lembrou aquela coisa de começo de namoro. Lembrei também que nós, homens, não somos muito de falar no telefone (o que não significa que não estamos sentindo falta).
-Oi amor!
-Oi minha Flor, como vc tá?
-Bem, mas tô com saudade...
-Eu também, Flor. Como foi seu dia?
-Chato sem vc - ou alguma coisa do gênero - E o seu?
-Normal, rotina de sempre.
(silêncio...)
...
..
.
Até que ela diz:
-Fala alguma coisa, quero conversar!
-Bia, é isso... To com saudade e num tem mais nada não, meu amor...
-Vc nem quer falar comigo!
("Céus!" eu penso.)
-Não é isso...
-Fala que vc quer desligar agora?!
(Respiro fundo)
-Bia...
-Vai dormir, grosso!
(tu-tu-tu-tu...)
Rs! Não é hilário? Mulher é um bixo esquisito, mas é bom de se ter perto, essencial!
p.s. (amo vc, Flor!)
quinta-feira, 15 de abril de 2010
quarta-feira, 7 de abril de 2010
Fiona e o fim do dormir até tarde.
Para um casal, principalmente de recém-casados, ter um cachorro é uma prévia da ideia do que seria ter um filho. Se esse cachorro for um filhote então, reproduz mais fielmente ainda essa condição. E, claro, com as grandes vantagens: Cachorro não faz faculdade e quando engravida dá lucro (se for de raça).
Deixe-me apresentar... Fiona! Uma cadelinha de quase dois meses, da raça akita (já viu o filme "Sempre ao seu lado"com Richard Gere? pois é... é daquela raça).
No primeiro dia com Fiona, fomos à clínica veterinária pra vaciná-la, comprar apetrechos e coisa e tal...
Até que ela não é de latir muito, afinal de contas é uma raça considerada silenciosa (sei...). Compramos uns ossinhos e uma bolinha que desmentiu a afirmação que a raça não é de latir.
Estávamos empolgados (hoje, cansados).
Orientados pela veterinária, compramos o tal do "pipi dog", que na verdade é um cheirinho de xixi que se joga em umas folhas de jornal para induzir nossa bolinha de pelo a fazer seus "números" no local...
Orientações da embalagem: Pingar 5 gotas no jornal, fazer o cachorro cheirar e repreendê-lo quando fizer suas necessidades em lugares não desejados (como no tapete, que Deus o tenha).
Ok... Assim o fizemos. Uma, duas, 1.348.747 vezes o fizemos... Acho que, pela psicologia reversa, ela está entendendo que o único lugar que ela não pode fazer xixi é onde fica aquele jornal fedido a amônia.
Já tantas vezes esfreguei o focinho da Fiona na A Gazeta que ela já está completamente por dentro das novas do Estado. Como as primeiras páginas que colocamos pra ela sempre são os classificados, ela já pode ser considerada uma corretora de imóveis.
Mas fora o xixi, outro agravante é o fato de Fiona não saber pra que serve o dia, e muito menos que a noite é, de costume, pra dormir!
Só sei que meu novo despertador canino não me permite passar das 5:50h, e muito menos me fornece a opção soneca (sabe? aquele bom e velho "só mais 5 minutinhos").
Então lá vai eu, com remela no olho passeando com ela pelas ruas... Pelo menos ela faz uns "números" por lá mesmo, o que significa que são menos "números" dentro de casa.
Fora isso, ela é uma cadelinha muito da bonita!
sábado, 3 de abril de 2010
Coisas...
Vamos lá. Coisas:
Certas coisas nunca mudam, né?
Esses dias eu tava vendo uma entrevista da Mallu Magalhães no Jô e lembrei da primeira vez que ela tinha ido lá...
Isso tinha o que... Uns três anos?
Era uma menina simpática, com uma franginha, tocava bem violão, parecia que tinha aprendido a falar um dia antes da entrevista, cantava em inglês aquele ritmo folk, bemm lerdinha das ideias.
Pois bem, nessa última entrevista:
Era uma menina simpática, com uma franginha, tocava bem violão, parecia que tinha aprendido a falar um dia antes da entrevista, cantava em inglês aquele ritmo folk, bemm lerdinha das ideias. MAS usava batom vermelho e tinha um namorado com 30 e poucos anos (mas com aparência de 40).
Mais coisas:
Como a família ainda é uma instituição que dá certo! Os processos envolvendo a operação Naufrágio (um esquema no ES que envolvia venda de sentenças por juízes) ainda estão rolando... rolando e enrolando! UMA FAMÍLIA inteira está respondendo pelas denúncias. A família Pimentel, isso sim é um ramo que dá certo!
Coisas...
O dePUTAdo Ibsen está morrendo. Não se sabe ele está morrendo de inveja do trio petroleiro (ES-RJ-SP) porque seu estadozinho não tem nada que presta pra dar alguma alegria no orçamento das suas cidades, ou se ele está morrendo de rir, porquw nós, capixabas alienados, não somos capazes de fazer uma manifestaçãozinha contra essa palhaçada que é a nova lei dos Royalties! "Vamos repartir o bolo por igual" Ah! faça-me o favor!
ps: Grato sou à Norma, minha professora de Leitura e Produção de Texto no meu curso de Eng. Mecânica, que tem me obrigado (rs! podia ter usado "encorajado") a ler mais sobre o que acontece no mundo.
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